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Você sabe quais são os riscos financeiros e como evitá-los? Sim, eles existem e devem sempre ser considerados por quem deseja ter sucesso na vida.

Afinal, diariamente analisamos os mais variados tipos de risco que existem. Por exemplo, antes de sair de casa, você olha a previsão do tempo, calculando os riscos de se molhar se não levar o guarda-chuva.

Ou optamos em manter uma velocidade compatível com a via onde estamos trafegando de carro, avaliando os riscos de acidente ou multa que o excesso de velocidade pode causar.

A análise de riscos e suas consequências são frequentes em nossa vida. E o mesmo deve ser com os riscos financeiros. Quer saber mais sobre eles, e como evitá-los?

Então confira o artigo abaixo!

O que são riscos financeiros?

Tem uma frase da Ayn Rand, que é uma das filósofas que mais influenciou o pensamento financeiro norte-americano, que diz: 

“Você pode ignorar a realidade, mas não pode ignorar as consequências de ignorar a realidade.” 

Ou seja, a melhor forma de nos prepararmos para os riscos que fazem parte da nossa vida financeira é aceitar a possibilidade de ocorrência deles e ter estratégias definidas para lidar com eles.

O risco pode ser referido como as chances de ter um resultado inesperado ou negativo. Qualquer ação ou atividade que leve à perda de qualquer tipo pode ser denominada como risco. 

Existem diferentes tipos de riscos que podemos enfrentar, e estar preparados para cada um deles é a melhor forma de evitá-los, ou superá-los.

Riscos do dia a dia

Antes de entrarmos propriamente nos riscos financeiros, vamos falar de outros riscos que podem impactar nossas finanças. São riscos que fazem com que a gente fique sem dinheiro em situações mais difíceis da vida.

O primeiro é a gente viver muito. Pode parecer maluquice, mas não é. Viver muito custa caro. Uma hora não vamos mais conseguir trabalhar. E se deixarmos o tempo correr sem nos planejarmos para isso, corremos o risco de chegar lá sem 1 centavo no bolso. E pior, sem poder parar de trabalhar nunca.

O segundo risco é o oposto, ou seja, viver pouco. Esse risco financeiro afeta basicamente quem tem família ou alguém que dependa do seu dinheiro. Afinal, nesse caso, se a gente morre cedo, nossa família deixará de ter nossa renda e pode virar um caos financeiro para essas pessoas que você se preocupa.

O terceiro risco é talvez o mais sério e que ignoramos totalmente: que é termos algum imprevisto mais grave no caminho. Se a gente sofre um acidente de carro ou tem alguma doença que nos deixe inválidos para sempre, como vamos viver, adaptar a vida? Esse caso é complicado porque deixamos de ter renda, muitas vezes, e passamos a ter uma série de despesas novas. 

E o quarto risco são os grandes riscos de saúde. Porque se precisamos nos internar em um hospital sem ter um plano de saúde pode se tornar financeiramente impagável. 

Então esses são os 3 grandes riscos da vida financeira: viver muito, viver pouco e ter algum imprevisto mais sério.

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Principais riscos financeiros

Agora que você já conhece os riscos da vida financeira, é hora de conhecer os riscos financeiros propriamente ditos, que são os que afetam nossos investimentos. 

Eles são quatro:

Risco de negócio

Esses tipos de riscos são assumidos pelas próprias pessoas, a fim de maximizar o valor para rentabilidade e lucros. Por exemplo, as empresas assumem riscos de alto custo em marketing para lançar um novo produto a fim de obter vendas mais elevadas.

Também é um risco do negócio investir em um imóvel, por exemplo e, alguns anos depois é construído um viaduto na sua porta que pode desvalorizar o imóvel. Ou pode haver uma degradação da vizinhança.

Uma forma de evitar esse tipo de risco é por meio da pesquisa prévia. Verificar as tendências de mercado e do negócio, e se há possibilidade dele apresentar queda ou se desvalorizar com o passar do tempo.

Risco de mercado

Esse tipo de risco surge em função da movimentação dos preços dos instrumentos financeiros. O risco de mercado pode ser classificado como Risco Direcional e Risco Não Direcional. 

O direcional é causado devido ao movimento no preço das ações, taxas de juros e muito mais. O risco não direcional, por outro lado, pode ser risco de volatilidade.

A melhor forma de evitá-lo é estar atento ao mercado, nacional e internacional. Afinal, se você tem investimentos na Bolsa de Valores, por exemplo, uma guerra, um desastre natural, ou até mesmo a fala de algum político, pode impactar no valor das ações. 

Risco de crédito

Este tipo de risco surge quando alguém deixa de cumprir suas obrigações para com suas contrapartes. O risco de crédito pode ser classificado em Risco Soberano e Risco de Liquidação. 

O risco soberano geralmente surge devido a políticas cambiais difíceis. O de liquidação, por outro lado, surge quando uma parte faz o pagamento enquanto a outra parte não cumpre as obrigações.

Ele é um risco que temos quando investimentos no CDB, ao recebermos juros para emprestar dinheiro para um banco. Ou no LCI, que emprestamos dinheiro para empresas do setor imobiliário. Ou ainda no LCA, no caso de empresas do setor agrário.

Foi justamente para minimizar esse risco que o Governo criou o Fundo Garantidor de Crédito. Ele protege as pessoas que investem emprestando dinheiro para essas instituições. Então o Governo garante nosso investimento até R$ 250 mil por CPF em cada instituição.

Risco de liquidez

Por fim, surge o risco de liquidez. Esse tipo de risco surge da incapacidade de executar transações, ou seja, transformar o investimento em dinheiro.

O risco de liquidez surge devido a compradores ou vendedores insuficientes em relação às ordens de venda e de compra, respectivamente.

Esse é um risco que afeta pouco nosso longo prazo. Porque temos tempo para transformar o investimento em dinheiro. Mas no curto prazo esse risco tem um impacto grande.

É por isso que a reserva de emergência ou de segurança financeira não pode ser feita em investimentos com liquidez baixa. Porque a emergência não escolhe quando vai acontecer.

Esse é um problema quando concentramos nosso dinheiro em um investimento como imóvel, por exemplo. Porque a liquidez dele é baixa. 

Um risco extra

E por fim, há outro risco que nos ronda, e do qual infelizmente não temos como escapar: o risco da inflação. 

Esse risco faz nosso dinheiro render menos com o passar do tempo. Então, ao longo do tempo, se o nosso dinheiro render menos do que a inflação, no fundo estamos perdendo dinheiro, perdendo poder de compra.

E é exatamente por isso que investimentos para aposentadoria precisam sempre superar a inflação. Ou seja, precisa ter um rendimento acima da desvalorização, coisa que atualmente a poupança não faz.

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Fique atento aos riscos financeiros

Agora que você já conhece os riscos financeiros da vida, e os riscos financeiros de investimentos, é importante estar atento a eles e os evitá-los a todo custo.

Claro que isso nem sempre é possível, já que alguns deles têm influência direta de fatores que nem sempre estão ao nosso alcance.


Porém, a melhor forma de evitá-los é por meio da educação financeira, aliada a um bom planejamento. Dessa forma podemos potencializar nossos investimentos, ao mesmo tempo que temos uma reserva de emergência para qualquer imprevisto.

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